domingo, outubro 19, 2014

[Fotografia de Domingo] Cotidiano

Hoje a fotografia de domingo é na verdade da semana inteira. Tenho trabalhado em casa ultimamente, e reparado mais nos pequenos detalhes, que divido aqui com vocês. 

postais que recebi das miguxa  ♥♥♥

eu amo tomar chá, mas não tá sendo possível ultimamente .... os da foto são de melissa, jasmim e um que mistura várias frutos e tem canela 

 tô fazendo uns bordados para um figurino novo e me apaixonando de novo pelas lantejoulas. Minhas favoritas são essas pequeninas.

 andei imprimindo novas imagens pra colocar de inspiração na minha parede magnética.

será que eu gosto de matrioskas ??? tanto o tapete quanto o ratinho foram presentes da minha sogrinha linda. 

será que eu gosto de bolinhas ? Varal aqui de casa. 

Uma boa semana para todo mundo!

quinta-feira, outubro 16, 2014

[me pina que eu gosto] Moda noventinha, Rússia e pastores alemães

Alôu pinadoras maníacas S.A.! Não sei vocês, mas além de ser a louca do feed do pinterest e seguir muita gente e muitos quadros, eu também tenho o costume de pinar os posts que tem a ver com algum dos meus painéis, para consultar depois, ou só para colecionar (e etiquetar - a louca da classificação) alguma boniteza. Também costumo favoritar no Bloglovin, mas quando vai pro Pinterest sinto que fica mais organizado para consultar depois - vai que né. Separei algumas pinadas dos últimos tempos que achei que valiam um post, junto com os painéis onde elas foram parar. 

>> Nineties Bitch: Tendências e Figurino das Patricinhas de Beverly Hills

vira o cabelinho e vem comigo

Pinei dois ótimos posts falando sobre o retorno dos anos 90, uma tendência que vem rondando a gente já desde 2013 (cantei essa bola aqui ó), prato cheio para você que amava Spice Girls e Patricinhas de Beverly Hills. 

O post no Vitamina Trendy tem comparações entre as tendências, mostrando peças atuais que tem inspiração noventista, bem legal a pesquisa da Auana - que é colaboradora do Depois dos Quinze. 
Já o segundo post é da Carla Lemos, do Modices, e tem informações bem bacanas sobre o figurino do filme As Patricinhas de Beverly Hills, além de também fazer a ponte com o que estamos vendo por aí de ~tendença.

Respira e relembra a última vez que você entrou na C&A / Renner / Marisa / Forever 21 e fala na minha cara se não tinha várias coisas com cara da sua adolescência chupando pirulito das spice (ops, revelei minha idade) ?


>> Rússia / Aurevoir

Eu já vinha babando e acompanhado pelo instagram a viagem para a Rússia que a Jana Rosa fez, então amei ainda mais quando ela teve as manha de fazer um post sobre. Treta, treta, treta, confirmando várias lendas, tipo os taxistas do inferno e o lance de só ter placas em cirílico, e ainda assim, só aumentou meu amor e vontade de conhecer o país, com o plus de estar escrito daquele jeitão ~despojado da Jana, com dicas sinceras de coração pras it-pobrinhas ♥. Foi direto pro meu painel de viagens desejo:



>> A obssessão do Pastor Alemão

Uma coisa eu tenho pinado bastante é foto de pastor alemão fofo - ah, me dexaaaa! Pra quem não conhece, aqui em casa mora a Paçoca, uma pastor alemã de 3 anos que é a dona da rua e age como um gatinho mimoso. Aí eu fico procurando fofuras - pastores com fantasias ridiculas, pastores na piscina, pastores com crianças, muitos pastores na mesma foto .... Tem até pastores com gatos, quem conhece o bicho sabe que trata-se de uma situação rara. Também tem outros cachorros no painel, mas rola essa fixação do pastor alemão, que percebo que ficou meio rídicula quando já estou dando scroll a mais de uma hora nas imagens, chamando meu namorado de 3 em 3 minutos, já com uma cara de doida e babando, dizendo "aimm, olha que fofoooo, olha só mais essa":

a louca dos gatos quedizê do pastor alemão




Eu uso o bloglovin para seguir meus blogs favoritos e o pinterest para guardar as dicas que vou querer consultar depois, e vocês ?

segunda-feira, outubro 13, 2014

[quase resenha] Dois Livros que li depois que vi o filme

Me lembro quando assisti O Ensaio sobre a Cegueira, eu havia lido o livro antes, e pensava que se fosse ler depois, seria um outro livro, completamente diferente. Sempre serão duas experiências incomparáveis, mas quando assistimos primeiro à adaptação cinematográfica, sabemos que certas coisas vão acontecer, o que não necessariamente tira a graça da leitura, pois a maneira como as coisas acontecem é fruída de maneira bem diferente. Este é o ponto sobre adaptações - são adaptações, tradução de uma linguagem para outra, e muitas vezes as coisas precisam mudar mesmo. Certos filmes conseguem captar o espírito do livro, mesmo que adicionem / transformem / subtraiam situações e personagens, mesmo que mudem o final. Por sinal, me lembro de ter assistido muito pouca coisa de "roteiro original" nos últimos tempos, talvez seja uma tendência da indústria cinematográfica, embora eu tenha certeza que não se trata de uma coisa nova, desde que aprendemos a fazer filmes, estamos adaptando histórias já conhecidas.


.Os dois últimos livros que li foram depois adaptados para o cinema, e gostei muito de suas versões cinematográficas: O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick  e As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky . Curiosamente, os dois livros acabam tendo vários pontos em comum: ambos são escritos em primeira pessoa, por seus personagens principais, que passaram por alguma trauma e têm suas sanidades mentais questionadas. Isso fica claro no começo dos dois livros (e também nos respectivos filmes), então não chega a ser um spoiler, mas você não sabe exatamente como isto aconteceu, e os fatos vão se elucidando até o fim da narrativa, nos dois casos. 


Pat é um sujeito de 30 e poucos anos que acabou de passar por uma instituição de saúde mental, ou como ele mesmo chama, o lugar ruim, após o fim conturbado de seu casamento. A narrativa é bem acelerada e feita toda do ponto de vista de Pat, que se tornou um viciado em exercícios físicos, e olha, a coisa é frenética, quase te dá vontade de sair correndo pelo quarteirão - ops, passou. Diferente do filme, toda a história da Tiffany (Jenifer Lawrence, no filme) fica um pouco em segundo plano, porque estamos lendo a perspectiva dele da história. Em oposição, a relação entre Pat e seu terapeuta é mais explorada, assim como a maneira como se estabelece o diálogo entre Pat e sua mãe.

e mais crazy no filme também

Achei tudo um pouco triste e ao mesmo tempo encorajante, já que Pat tem consciência sobre seus problemas - até certo ponto - e sabe que as pessoas vão se relacionar com ele desta maneira, embora foque toda sua esperança na questão de reconquistar a esposa. É engraçado pois me identifiquei bastante com a maneira obsessiva que o autor repete alguns pensamentos e ideias de Pat, como por exemplo a frase "estou treinando ser gentil ao invés de ter razão", que acabou se tornando meu mantra nos momentos em que quero provar pra alguém que estou certa a qualquer custo.


Esse é o meu novo livro favorito da vida, como o personagem principal da obra diz: "o último livro que li é sempre meu favorito". 

A coisa mais gostasa dessa leitura é a sensação de nostalgia que permeia a história, mesmo que seja um pouco triste e melancólica às vezes. Charlie, o personagem principal, tem quinze anos, enquanto eu tenho quase trinta, mas muitas questões que ele enfrenta, algumas bem específicas dessa nossa fase escolar - pela qual passamos não faz tanto tempo, se você tem uma idade parecida com a minha - todos aqueles sentimentos adolescentes que envolvem tentar pertencer, ser aceito, estão sempre por aí, rondando. 

Claro que tudo é muito mais forte quando temos 15 anos, mas a relação "calouro / veterano", a sensação de fechar e recomeçar ciclos, sempre vai nos perseguir em qualquer momento de mudança - pode ser um novo emprego, ir morar em outra cidade, abandonar um relacionamento. E quando se é muito jovem, você acha que aquelas coisas - beijar pela primeira vez, ficar louco pela primeira vez - vão mudar sua vida para sempre. O livro oferece / aprofunda bastante esta sensação da situação nova pela primeira vez, como estar "sentado na picape, indo para minha primeira festa de verdade"

Assim como em O Lado Bom da Vida, estamos sempre acompanhando que leituras de Charlie, recomendadas por seu professor de inglês, com quem eu me identifiquei - gostaria de ter sido algo assim para meus alunos. Cada obra se relaciona um pouco com o que Charlie está vivendo naquele momento, e entre várias obras, temos clássicos como O Grande Gatsby, do Scott Fitzgerald, On the Road - Jack Kerouac,  O Estrangeiro - Albert Camus e O Apanhador no Campo de Centeio - J.D. Salinger, também lido pelo Pat Peoples no Lado bom da Vida. Este blog aqui fez um post lindo citando várias das referências =)


Um aparte sobre a trilha sonora do filme - eu avisei que era uma quase resenha e que eu bagunço as coisas - a trilha - ouve aqui é fantástica, não apenas na escolha das músicas, muitas delas citadas no livro, nas fitinhas k-7 que Charlie grava, como Asleep, do The Smiths, a favorita dele. Enquanto eu lia o livro, ouvi bastante a trilha no carro e no mp3 player, e me toquei que a sequência das músicas é sensacional. Começa muito melancólico, depois vem algumas festinhas com amigos estranhos, depois mais melancolia, até terminar com uma carta de Charlie, seguida de Heroes, do David Bowie, "a música do túnel".


E vocês, já leram / assistiram alguma dessas duas histórias ? 

terça-feira, outubro 07, 2014

Das coisas que não comprei na Renner [desenho de mocinha]

Eu já falei do projeto / livro da Sarah Lazarovic sobre ilustrações de roupas que ela queria comprar, mas não comprou, aqui e aqui. Inspirada por esta ideia e na busca de temas para treinar desenho, fiz estes rabiscos a partir de peças que vi na Renner do Centro de Campinas, lá em setembro.  


Nesse dia tinha bastante coisa bordoir, com cara e textura de lingerie, como renda e tecido de camisola. Pensei nesse look de blusinha camisola com saia lápis, mas nem tive coragem de experimentar, porque achei que era pra gente magra não era muito minha cara. As outras peças eu cheguei a experimentar, o vestido tava na liquidação, baratinho: R$ 69,90, mas não caiu bem. As duas saias também eram baratas, mas eu tava sem um real mesmo - a curta era R$ 39,90 e a longa acho que R$ 49,90. Eu não tenho nenhuma saia longa nem plissada, e essa cinza era as duas coisas! E a saia curtinha com flechas era um amor também ....



Desenhar o que você não pode comprar pode ser um bom hábito para avaliar seus hábitos de consumo, mas também é um jeito de guardar o que achou bonito. 

Também dá pra guardar o modelo e levar na costureira ;)


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